Pedro Moutinho foi embalado pelo som do fado e cresceu com ele como se de uma herança genética se tratasse.
Não há separação entre o fado e o homem que o canta. Existe sim, uma familiar fluidez entre um e outro, natural de quem já se conhece há muito tempo.
Quando em 2003 recebeu o “Prémio Revelação” da Casa da Imprensa com o seu álbum “Primeiro Fado”, e passados três anos viu “Encontro” (o seu segundo trabalho) a ser galardoado com o Prémio Amália na categoria de Melhor Disco, o fadista provava que para além de partilhar o talento da sua linhagem, tinha pela frente um caminho que era só seu.
Desde então lançou “Um Copo de Sol” (2009), “O Amor Não Pode Esperar” (2013), “O Fado em Nós” (2016) e “Um Fado ao Contrário” (2019).
Em 2024 editou “Casa d’Água” – o 7o álbum de um percurso artístico consolidado e que fala por si. Entre o seu primeiro registo discográfico o último, já se passaram mais de 20 anos de uma carreira vivida intensamente com espectáculos por todo o país e também por todo o mundo.
Em 2027 editará um novo trabalho que já encontra a preparar, em estúdio.